O que seria de mim, de nós, se acima de tudo não fossemos nós?
Percebem a profundidade do que questionamos, ao dizermos tal simplicidade...
Neste texto quero partilhar, ou reflectir, sobre o que tenho eu de fazer para ser eu, e para zelar que eu faço tudo por mim o que devo fazer, para que tudo o que os outros me façam, ou seja bom, ou não me magoe tanto...passe ao lado.

Mais, à falta de melhor, tenho de aprender a dar abraços de ursa (ou urso) a mim mesma(o), por puro reconhecimento de algo bem feito, porque gosto de mim, porque gosto de abraços, porque precisei de um, e na ausência de outro par de braços, use os meus...fortes e apertados, de olhos fechados e plena(o) de orgulho de mim, a sonhar e a pensar no que gosto...

Parar, olhar o infinito, olhar para algo de belo, para algo que me agrade, e capturar esse momento, sentindo a minha beleza também, aos olhos de alguém, sei que sou assim, e não deixar dúvidas entrarem nestes pensamentos, gozar o momento, como se sentissemos uma brisa na cara, que nos liberta das pressões onde nos enrodilhamos.
Acreditar em mim de tal maneira, que não só passo e ultrapasso todos os obstáculos, como começo a acreditar que eles surgem de propósito, com um propósito, testar a minha fé em mim, e nas minhas capacidades, e ai, veio meter-se com a pessoa errada, eu sigo, eu subo, eu ultrapasso, eu salto, só não derrubo, mas chego aos meus fins, e deles faço princípios.


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